"IA", "agente" e "automação" aparecem juntos em quase toda proposta, como se fossem sinônimos. São três coisas diferentes, e saber qual é qual ajuda a entender o que você está comprando.
Automação: executa regra fixa
"Quando o lead marca consulta, envie um lembrete um dia antes." A automação faz exatamente o que foi programada pra fazer, sempre igual. Não interpreta nada — só dispara ação quando a condição acontece. É previsível e confiável dentro do que foi definido.
IA generativa: produz texto
Recebe um pedido e devolve um texto novo — um rascunho de e-mail, um resumo, uma minuta. É a parte que "escreve". Sozinha, ela não conversa com o seu sistema nem toma decisão sobre um caso; ela gera conteúdo a partir do que você pede.
Agente de IA: conversa e age
- Entende o que a pessoa escreveu, no texto livre dela.
- Conduz uma conversa com objetivo — qualificar, agendar, coletar documento.
- Executa ações: consulta a agenda, cria o cadastro, chama um humano quando precisa.
- Trabalha dentro de limites definidos — o que pode dizer, o que não pode, quando sair de cena.
Onde cada um serve num escritório
Lembrete de prazo e confirmação de consulta são automação. Rascunhar um documento padrão é IA generativa. O primeiro atendimento do lead — entender, qualificar, agendar — é trabalho de agente. O LexFlow é um agente que aciona automações quando faz sentido. Veja como no escopo.
