Direito de família é a área onde o primeiro contato mais assusta com automação. A pessoa está no meio de um divórcio, de uma disputa de guarda, de uma situação de violência — e a última coisa que ela quer é falar com um robô frio. Dá pra fazer isso com cuidado.

Acolher primeiro, coletar depois

A conversa não abre com um formulário. Ela reconhece o momento, explica que vai fazer algumas perguntas pra direcionar o atendimento e deixa claro que um advogado vai assumir. O tom importa tanto quanto a informação.

O que a triagem precisa entender

  • O tipo de demanda — divórcio, guarda, pensão, partilha, reconhecimento ou dissolução de união.
  • Se há urgência real — risco à criança, situação de violência, necessidade de medida imediata.
  • Se já existe processo em andamento ou acordo anterior.

Urgência não espera qualificação

Quando a conversa indica risco a uma pessoa ou a uma criança, o fluxo pula a triagem e encaminha direto pra um atendimento humano prioritário. Isso é configurado antes de entrar no ar.

Sigilo e dado de terceiro

Caso de família envolve informação sobre outras pessoas — ex-cônjuge, filhos, familiares. A coleta se limita ao necessário pra direcionar o caso, e o tratamento desses dados segue as mesmas regras de sigilo profissional e LGPD que valem pro resto do escritório.

Como a Veo configura isso

O LexFlow atende pelo WhatsApp com o tom e os limites definidos com o escritório — inclusive o que ele nunca deve dizer e quando deve sair de cena. Fala com a Veo pra desenhar esse fluxo no contato.